quinta-feira, 8 de abril de 2010

Esse é um texto que achei perdido pela internet, não sei de quem é a autoria, mas me tocou muito.

"De que me vale falar como gente grande, suplicando como uma criança pequena?; talvez a altura da imaginação e até da criatividade de certas crianças expliquem tal fato. Das mãos cheias de verdades e os pés descalços, dos pés atados e as mãos libertas, mostra que sempre estivemos acorrentados a algo. Sonhos? Gostos? Saúde? Saudade? Fé? Humildade? Poupai de toda hipocrisia contida em cada coração. Vai de cada cabeça, e do sentimento de cada um de querer voar, ou de sentir-se voando com os pés no chão. Vai de cada coração, viver sorrindo ou de sentir um sorriso se abrir em sua imaginação. Vai de cada remédio, te dar o que você precisa, ou te deixar mau por insistência. Vai da necessidade, vai da vontade, vai do medo, da intensidade, vai da conseqüência, ou da falsidade, vai da tristeza, vale a felicidade!

È como traz na narração, na música, ou num filme; ele nunca foi e nunca será uma realidade, mas cada filme toca fundo em uma emoção, te faz chorar, te faz sorrir, quem sabe até sentir dor, te ensina, te traz conhecimento, e, pra muitos, cria consciência, curiosidade que traz conseqüência. Então é correto afirmar que a cada filme, te mata um pouquinho mais? Ou que a cada filme aprende uma lição diferente?(...)

Imagine como é estar em uma cadeira de rodas, e querer mais que tudo poder andar. Imagine quando vem aquela vontade de fugir e você vai pra um lugar bem longe, e todos os seus problemas somem, sim! Somem, porém acaba de começar outros, talvez diferentes, mas mesmo assim terá algo pra tentar te fazer abaixar a cabeça. Nenhuma mãe diz, disse ou dirá a um filho que é fácil, e nem um filho quer ir pelo lado mais difícil, porém todos querem, por algum fato natural, aprender sozinhos, desfrutar. E nada melhor do que acordar todos os dias, sabendo que algo, ou até você mesmo, quer te derrubar. Sim, você se está imóvel numa cadeira de rodas, e agora vai de suas forças, e da intensidade da vontade de levantar dessa cadeira todos os dias.


MF.

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